segunda-feira, 16 de junho de 2014

Papa Francisco nesta segunda-feira (16):

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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Congresso da Pastoral Familiar

abordará a importância do matrimônio

A arquidiocese de São Luís (MA), regional Nordeste 5 da CNBB, sediará o XIV Congresso Nacional da Pastoral Familiar, de 26 a 28 de setembro. A proposta do encontro é debater a experiência familiar, a relação do casal e a importância do matrimônio na construção da família cristã, motivados pelo tema "Família, transmissora da fé" e lema “Anunciai a fé com ousadia e coragem”.
O arcebispo de São Luís e vice-presidente da CNBB, dom José Belisário da Silva, explica que o lema do encontro quer ajudar na reflexão sobre os desafios e perspectivas da evangelização da família, hoje.  “Sem a família a sociedade não anda. Uma das grandes questões no mundo atual gira em torno das fragilidades das famílias. Temos muita esperança que esse Congresso possa nos ajudar a trabalhar mais pela família”, disse o bispo.
Para dom Belisário, a família deve superar os momentos de crises próprias da cultura e contexto em que vive. “É certo que a família, em cada época, tem sua maneira de se organizar. No entanto, eu acredito que sem a família, realmente, a sociedade não caminha. É importante que formemos grupos familiares equilibrados, firmes e perseverantes; mesmo nas dificuldades da vida”.
Evangelização da família
O evento reunirá agentes de pastoral familiar, assessores, religiosos, coordenadores para planejar a evangelização da família na Igreja no Brasil. O Congresso oferecerá palestras, mesas redondas, painéis e testemunhos, com participação de bispos, sacerdotes e especialistas na área familiar. 
Dom José Belisário da Silva
“Estamos felizes em poder receber o Congresso da Pastoral Familiar que reunirá tantos participantes para debates necessários sobre a família. Nossas expectativas são de um encontro agradável e que traga bons frutos para a missão da Pastoral Familiar”, comenta o arcebispo de São Luís, dom Belisário.
Em comunicado, a organização explica que o evento visa possibilitar às famílias caminhos para a vivência cristã. “Por meio da evangelização, homem e mulher transmitam os valores da fé. Assim, a Pastoral Familiar, com intensidade e vigor, tenha a capacidade de orientar a família a "construir sociedades com um rosto mais humano”.
Informações e inscrições pelo site: www.xivconnapf.com.br/evento
                                                                                                                                       Fonte: cnbb.org.br
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quinta-feira, 5 de junho de 2014

CNBB lança Documento que trata da renovação paroquial:

“Comunidade de comunidades: uma nova paróquia” 

O Documento 100 da CNBB “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia” propõe reflexão e ações práticas para uma conversão pastoral da paróquia. Após, aproximadamente, dois anos de estudo, os bispos reunidos na 52ª Assembleia Geral, no mês de maio, aprovaram o texto para publicação como Documento oficial da Igreja no Brasil.
Para ser estudado e aplicado
De acordo com bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, o texto quer contribuir para dinamizar a vida de comunidade. “Vai nos ajudar a sermos presença do Evangelho de maneira fecunda e samaritana, no anúncio do Reino de Deus”, disse. Na apresentação do Documento, o secretário recorda que a Igreja tem sua origem na comunidade, por isso a “Igreja é comunidade”.
O Documento busca iluminar o nosso ser Igreja, sermos comunidade dos que vivem de Cristo Jesus, iluminados e guiados pela força e suavidade do Espírito Santo, acolhidos pela bondade materna do Pai”, explica dom Leonardo.
A Comissão de redação do Documento contou com a colaboração de assessores, bispos e leigos, sendo presidida pelo arcebispo de Manaus (AM), dom Sérgio Castriani. Em 2013, durante a 51ª Assembleia Geral CNBB, os bispos tinham aprovado o Estudo 104 “Comunidades de comunidades: uma nova paróquia”. O texto foi enviado aos regionais e dioceses para que refletissem e enviassem suas contribuições, colaborando, assim, para uma nova versão.
Dom Sérgio destaca que as sugestões dos regionais da CNBB e das dioceses foram avaliadas pelos bispos e, incluídas no documento final. “Os bispos aprofundaram esse tema como necessidade da renovação da paróquia e da vida eclesial, a partir da conversão pastoral para uma renovação na Igreja, em sua dimensão missionária”, disse o bispo.
Proposta e capítulos 
Dom Sérgio explica que a intenção da CNBB não foi apenas produzir um texto, mas oferecer reflexões que chegassem às bases e contribuíssem com a renovação paroquial. Antes de se tornar um documento, o Estudo 104 que deu origem ao texto, foi debatido e aprofundado nos regionais, dioceses e paróquias, envolvendo a participação dos fiéis, lideranças, agentes de pastoral, até as pequenas comunidades. “O Documento n. 100 é uma nova redação, com contribuições do estudo. Houve inversão de capítulos, ajustes no texto e acréscimos a partir das sugestões enviadas pelas dioceses”.
O Documento 100 “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia” é composto de seis capítulos, são eles: Sinais dos Tempos e Conversão Pastoral, Palavra de DeusVidaMissão nas Comunidades, Surgimento da Paróquia e sua Evolução, Comunidade Paroquial, Sujeito e Tarefas da Conversão Paroquial.
Logo no início é apresentada análise da realidade paroquial. Na sequência traz, também, reflexão histórica e teológica sobre a paróquia. Segue refletindo sobre a dimensão de comunidade, a partir da conversão paroquial e pastoral, com ideias do significado da paróquia como “casa do pão, casa da caridade e acolhida”. “É na paróquia, lugar para vivência da fraternidade, onde as pessoas reúnem-se em comunidade para celebrar os sacramentos e encontrar-se com o ministério de Cristo e da Igreja”, comenta dom Sérgio.
Ao final do documento, no capítulo 6, são apresentadas propostas práticas para conversão da paróquia, ou seja, as proposições pastorais. São pistas de ações que tratam da acolhida e vida fraterna, iniciação à vida cristã, leitura orante da palavra, liturgia e espiritualidade; incluindo o funcionamento da paróquia, seus conselhos, organização e manutenção.
A valorização e incentivo da participação do laicato e os ministérios leigos são indicados no documento. Orienta-se, também, a atenção e acolhida às famílias que residem em condomínios e conjuntos residenciais populares, na tentativa de estabelecer proximidade e integração na comunidade. Outro aspecto contido nas pistas de ações é incentivo às paróquias para utilizar dos recursos da mídia e novas formas de comunicação e relacionamento nas atividades de evangelização.
Para adquirir
O Documento 100 “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia” pode ser adquirido nas Edições CNBB, no site: www.edicoescnbb.com.br ou (61) 2193.3019.
                                                                                                     Fonte: cnbb.org.br
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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Papa Francisco e o matrimônio:

Fidelidade, perseverança e fecundidade  

Cidade do Vaticano (RV) - Fiel, perseverante, fecundo. São estas as três características do amor que Jesus nutre pela Igreja, sua Esposa. E estas são também as características de um autêntico matrimônio cristão, afirmou o Papa Francisco na homilia da missa matutina celebrada na Casa Santa Marta.
Quinze casais, quinze histórias matrimoniais, de família, começadas 25, 50, 60 anos diante de um altar e que diante do altar do Papa Francisco se encontram reunidos para agradecer a Deus pelo tempo em comum. Uma cena insólita para a capela da Casa Santa Marta, que oferece ao Papa a ocasião de refletir sobre três pilares, que na visão da fé, devem sustentar um amor esponsal: fidelidade, perseverança, fecundidade. 
Casais cristãos, imagem do amor de Cristo pelo seu povo
Modelo de referência, explica, são os “três amores de Jesus” para com o Pai, para com sua Mãe, para com a Igreja. “Grande” é o amor de Jesus por esta última, afirma o Papa Francisco: “Jesus esposou a Igreja por amor”. É “a sua esposa: bela, santa, pecadora, mas a ama assim mesmo”. E seu modo de amá-la revela, diz o Papa, as “três características” deste amor:
“É um amor fiel; é um amor perseverante, não se cansa nunca de amar sua Igreja; é um amor fecundo. È um amor fiel! Jesus é o fiel” São Paulo, em uma de suas Cartas diz: “Se tu confessares Cristo, Ele te confessará, a ti, diante do Pai; se tu renegares Cristo, Ele te renegará, a ti; se tu não for fiel a Cristo, Ele permanecerá fiel, porque não pode renegar a si mesmo!. A fidelidade é própria do amor de Jesus. E o amor de Jesus pela sua Igreja é fiel. Esta fidelidade é como uma luz sobre o matrimônio. A fidelidade do amor. Sempre”.
Fiel, sempre, mas também sempre incansável em sua perseverança. Próprio como o amor de Jesus por sua Esposa:
“A vida matrimonial deve ser perseverante, deve ser perseverante. Porque caso contrário o amor não pode andar para frente. A perseverança no amor, nos momentos bonitos e nos momentos difíceis, quando surgem os problemas: problemas com os filhos, problemas econômicos, problemas aqui, problemas lá. Mas o amor persevera, vai adiante, sempre procurando resolver as coisas para salvar a família. Perseverante: se levantam cada manhã, o homem e a mulher, e levam adiante a família”.
Terceiro ponto, a “fecundidade”. O amor de Jesus, observa o Papa Francisco, “faz fecunda a Igreja com novos filhos, pelo Batismo, e a Igreja cresce com esta fecundidade nupcial”. Em um matrimônio esta fecundidade pode ser às vezes colocada à prova, quando os filhos não chegam ou estão doentes. Nestas provas, sublinha o Papa, existem casais que “olham para Jesus e buscam a força da fecundidade que Jesus tem para com a sua Igreja”. Enquanto, por outro lado, conclui, “existem coisas que não agradam a Jesus”, ou seja os casamentos estéreis por escolha:
“Estes casamentos que não desejam filhos, que querem ficar sem fecundidade. Esta cultura do bem estar de dez anos atrás nos convenceu: É melhor não ter filhos! É melhor! Assim tu podes conhecer o mundo, em férias, pode ter uma casa de campo, fica tranqüilo”... Mas é melhor talvez – mais cômodo – ter um cãozinho, dois gatos, e o amor se dirige aos dois gatos e ao cãozinho. É verdade ou não? E por fim este casamento chega à velhice na solidão, com a amargura de uma solidão difícil. Não é fecundo, não faz aquilo que Jesus faz com sua Igreja: torna-a fecunda”.
                     Fonte: radiovaticana.va     Foto: permanecerecompartilhar.blogspot.com.br
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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Mensagem de Dom José Luiz Majella Delgado

ao povo da Arquidiocese de Pouso Alegre

Querido povo da Arquidiocese de Pouso Alegre
A vocês, graça e paz da parte de Deus Pai e de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Seja bem-vindo, Dom José Luiz!
A Providência de Deus me envia hoje para ser o novo Arcebispo de Pouso Alegre. Agradeço a confiança da Igreja que, através do Papa Francisco, me confia tão alta missão. Acolho o compromisso de caminhar à frente desta Igreja particular com humildade, alegria, fé, esperança e vontade de trabalhar, de andar junto com cada irmão e irmã. Sempre disposto a servir por amor (cf. Gl 5,13).
Saúdo a todos com emoção e alegria, invocando sobre a família arquidiocesana as bênçãos de Deus. Saúdo, de maneira especial, Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, OPraem, até a presente data Arcebispo de Pouso Alegre e que hoje passa ser nosso querido Arcebispo Emérito.
Saúdo, com respeito, as autoridades e todas as pessoas que têm responsabilidades públicas; abraço os padres e diáconos, religiosas e religiosos, os seminaristas, as lideranças do laicato e todo o querido povo das comunidades da Arquidiocese. Saúdo com carinho os doentes, os pobres e todos aqueles que carregam uma pesada cruz de sofrimentos; peço que Deus os conforte e assista.
A Diocese de Pouso Alegre foi criada em 1900 pelo Papa Leão XIII, desmembrada das então Dioceses de Mariana e São Paulo. Em 1962 o Papa João XXIII a elevou à Arquidiocese e Sede Metropolitana. Foi construída por gente idealista, trabalhadora e com espírito missionário. Grandes e santos pastores governaram esta nossa Arquidiocese.
Animado por tão insignes exemplos de dedicação e confiando na graça de Deus, coloco-me inteiramente à disposição de todos, para servir por amor (cf. Gl 5,13) na medida de minhas forças. Já os trago no meu coração de pastor.
Já se aproxima a celebração de Pentecostes. Festa consagrada pela vinda do Espírito Santo. A Igreja reunida então numa casa recebeu o Espírito Santo. Era pequena, mas estava presente nas línguas do mundo inteiro. Começou a missão de testemunhas e mensageiros do Evangelho. Às comunidades e as famílias reunidas que se preparam para celebrar a vinda do Espírito Santo, convido a exultarem de alegria festiva, conservando a caridade, amando a verdade e desejando a unidade. Ensina-nos o Papa Francisco que “a missão do Espírito Santo é a de “criar harmonia” e “obrar a paz” em todo contexto humano”. Cultivemos, pois, a unidade e a concórdia. Peçamos que o Espírito prepare o nosso coração e nos fortaleça interiormente, concedendo-nos a abundância da sua misericórdia.
Rezem por mim! Que o Divino Espírito Santo nos conceda proteção e fecundidade. Confiemos humildemente à intercessão da Santíssima Virgem Maria e de São Sebastião, padroeiro da nossa Arquidiocese, os nossos futuros passos rumo à unidade da Igreja e à construção do Reino.  Deus os abençoe e guarde!
                      Dom José Luiz Majella Delgado C.Ss.R. - Arcebispo nomeado de Pouso Alegre - MG
                                                                                              Jataí, 28 de maio de 2014
                                                                                           Fonte: arquidiocese-pa.org.br
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Saudação da CNBB ao novo Arcebispo de Pouso Alegre,

dom José Luiz Majella Delgado

O bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, assinou, hoje, dia 28, saudação da Conferência a dom José Luiz Majella Delgado, nomeado arcebispo de Pouso Alegre (MG). Na saudação, a CNBB expressa gratidão a dom Majella "pelo trabalho empenhado à Igreja Particular de Jataí e ao Regional CNBB Centro Oeste".

Confira a íntegra da mensagem: 

Saudação pela nomeação de Dom José Luiz Majella Delgado
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB congratula-se com a Arquidiocese de Pouso Alegre - MG pela nomeação hoje, 28 de maio, do seu novo Arcebispo, Dom José Luiz Majella Delgado, CSSR, por escolha do Papa Francisco que, aceitando o pedido de renúncia de Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, OPraem, o transferiu da Diocese de Jataí – GO
A CNBB agradece a Dom Ricardo e suplica a Deus que o recompense pela zelosa dedicação ao povo da Igreja Particular de Pouso Alegre e por todos os serviços já prestados à Igreja.
A Dom Majella, com gratidão pelo trabalho empenhado à Igreja Particular de Jataí e ao Regional CNBB Centro Oeste, nos associamos desejosos de que, iluminado pelo seu lema episcopal, “Servir por amor”, pastoreie com amor de pai a Igreja agora a ele confiada.  
Oferecemos nossas preces, pedindo a Deus que abençoe o novo pastor da Arquidiocese de Pouso Alegre e dê um novo pastor à Diocese de Jataí. 
Dom Leonardo Ulrich Steiner - Bispo Auxiliar de Brasília - Secretário Geral da CNBB
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Nossa Arquidiocese ganha novo Arcebispo:

Dom José Luiz Majella Delgado


O papa Francisco nomeou hoje, 28, dom José Luiz Majella Delgado, como arcebispo de Pouso Alegre (MG), transferindo-o da diocese de Jataí (GO). A diocese estava vacante após renúncia de dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, acolhida pelo papa Francisco, conforme prevê o Código do Direito Canônico.
Dom José Luiz
Dom José Luiz Majella Delgado é natural de Juiz de Fora (MG), nascido em 19 de outubro de 1959. Membro da Congregação do Santíssimo Redentor, recebeu a ordenação sacerdotal em 14 de março de 1981. Foi nomeado bispo pelo papa emérito Bento XVI, em 16 de dezembro de 2009, sendo ordenado no dia 27 de fevereiro de 2010. Seu lema episcopal é “Servir por amor”.
Formação
O novo arcebispo de Pouso Alegre (MG) é formado em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Lorena (SP) e Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo (ITESP), com licenciatura em Estudos Sociais. Possui especialização em Teologia Litúrgica e em Espiritualidade Redentorista pela Academia Alfonsiana de Roma (Itália).
Trajetória
Atualmente dom Luiz Majella estava como presidente do regional Centro-Oeste da CNBB. Sua caminhada episcopal é marcada pela atuação em atividades pastorais e de formação. Exerceu diferentes funções no ensino, em institutos e conselhos. Foi secretário da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB) no regional Leste 2, secretário da Associação dos Liturgistas do Brasil e prefeito do Santuário Nacional de Aparecida. Em 2007, esteve como secretário executivo para a V Conferência dos Bispos da América Latina e Caribe (CELAM), em Aparecida (SP). Na CNBB, ocupou a função de subsecretário adjunto geral de 2007 a 2009.
                                                                                                                                                                      Fonte: cnbb.org.br
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