segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Mais de 400 congressistas vivem dias de bênçãos e graças

Amar é nossa missão”, esse foi o tema do VII Congresso de Pastoral Familiar do Regional Leste II da CNBB realizado nos dias 16, 17 e 18 de outubro na cidade de Lavras (MG).
Abertura Oficial
Com estrutura muito bem organizada por agentes da Pastoral da Diocese de São João del Rei, o evento teve suas atividades em excelente local, dependências do Campus da Universidade de Lavras (Unilavras).
O Congresso teve a participação do arcebispo de Uberaba e Presidente do Regional, Dom Paulo Peixoto, do Bispo de São João del Rei e Bispo referencial da Pastoral Familiar, Dom Célio de Oliveira Goulart, de mais de trinta sacerdotes, entre os quais o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família (CEPVF), Pe. Moacir Silva Arantes, e de membros da Comissão da Pastoral do Regional, entre eles o assessor, Pe. Jorge Alves Filho, e de mais de trezentos e sessenta agentes das trinta e duas dioceses de Minas e Espírito Santo. Representando a Arquidiocese de Pouso Alegre, participaram três casais: Luiz Carlos e Rita Camporezzi (coordenadores arquidiocesanos), Maurício M. Almeida e Maria José da Cunha Ribeiro Almeida (Pouso Alegre) e Luiz Gonzaga da Rosa e Maria Stela Barros Palma da Rosa (Paraisópolis).
No primeiro dia (sexta), após a abertura oficial, entre outras atividades, foi apresentada por Dom Célio a 1ª Conferência, “Amor como missão do ser humano”.
Casais representantes da Arquidiocese de Pouso Alegre
O segundo dia iniciou-se com a Missa votiva do Sacramento do Matrimônio, presidida por Dom Célio e concelebrada por Dom Paulo e dezenas de sacerdotes. Seguiu-se a exposição, pelo Pe. Moacir, do tema da 2ª Conferência, “Pastoral Familiar no contexto da Nova Evangelização: uma Igreja em saída”. A 3ª Conferência, “Preparação para o Matrimônio: de quem é esta tarefa”, ficou sob a responsabilidade do casal André e Karina Parreira, que teve seu livro ”Encontros de preparação para o matrimônio” (Paulinas) lançado oficialmente no evento por Dom Célio.
Após o almoço, foram realizadas diversas oficinas com variados temas e apresentada pelo sacerdote dehoniano, Pe. Mário Marcelo, a 4ª conferência, “Bioética”.
No domingo, foram feitas duas conferências, “Sexualidade e Afetividade como instrumento para o fortalecimento conjugal: desafios e perspectivas”, sob a responsabilidade do casal Gerson e Celina Abarca, e “A Família cristã no mundo atual”, sob a responsabilidade do casal Luiz Rogério e Edwiges.
Após a apresentação das equipes de trabalho, a Coordenadora da Pastoral Familiar do Regional, Valéria, divulgou a sede do próximo Congresso, Patos de Minas. Com a Celebração do Envio, presidida por Dom Célio, encerrou-se o belo e rico evento de Pastoral Familiar do Regional Leste 2 da CNBB.
Nossos cumprimentos aos responsáveis pela organização do Congresso, que, certamente, proporcionará muitos frutos
às famílias de Minas Gerais e Espírito Santo!
..............................................................................................................................................................
Sexta-feira








































Sábado





































































Domingo














































..........................................................................................................

sábado, 17 de outubro de 2015

Aguardem notícias e fotos
.................................................................................

sábado, 3 de outubro de 2015

Papa pede aos Padres Sinodais
que se coloquem à escuta da família
Cidade do Vaticano (RV) – O Santo Padre presidiu, na tarde deste sábado (03/10), na Praça São Pedro, no Vaticano, à Vigília de Oração pela Família, promovida pela Conferência Episcopal Italiana, em preparação prévia da XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família.
A Assembleia Sinodal sobre a Família será inaugurada na manhã deste domingo (04/10), na Basílica de São Pedro, no Vaticano, com uma solene concelebração Eucarística, presidida pelo Papa Francisco. Os trabalhos sinodais, que têm como tema “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”, se concluirão no próximo dia 25.
Na homilia, que pronunciou diante das milhares de famílias, na monumental Praça São Pedro, Francisco partiu das palavras do Patriarca Atenágoras: “Sem o Espírito Santo, Deus fica longe, Cristo permanece no passado, a Igreja torna-se uma simples organização; a autoridade transforma-se em domínio, a missão em propaganda, o culto em evocação, o agir dos cristãos em uma moral de escravos.
A Igreja é mãe: gera e zela pela vida de seus filhos
Por isso, o Papa pediu a oração dos presentes pelo Sínodo, para que “saiba reconduzir a uma figura de homem, na sua plenitude, a experiência conjugal e familiar; reconheça, valorize e proponha tudo o que nela há de belo, bom e santo”.
Que os trabalhos sinodais possam abranger as situações de vulnerabilidade, que colocam a família à prova: pobreza, guerra, doença, luto, relações feridas e desfeitas, das quais brotam contrariedades, ressentimentos e rupturas; chamem a atenção das famílias, de todas as famílias, para o Evangelho, que permanece a «Boa Nova», de onde recomeçar.
Do tesouro da tradição viva, o Santo Padre espera que os Padres sinodais possam encontrar palavras de consolação e diretrizes de esperança para famílias, chamadas a construir, neste tempo, o futuro da comunidade eclesial e da cidade do homem. Pois, cada família é sempre uma luz, ainda que tênue, na escuridão do mundo.
A história de Jesus, que viveu entre os homens, começou no seio de uma família, na qual permaneceu por 30 anos. A sua família era como muitas outras, situada em uma remota aldeia da periferia do Império.
Depois, o Bispo de Roma tomou o exemplo, de Charles de Foucauld que intuiu o alcance da espiritualidade que emana da Família de Nazaré. Este grande explorador, deixou a carreira militar, fascinado pelo mistério da Sagrada Família, da relação diária de Jesus com os pais e os vizinhos, do trabalho silencioso, da oração humilde; ele compreendeu que “são os simples e os pobres que nos evangelizam e nos ajudam a crescer em humanidade”.
Para compreender a família, hoje, advertiu o Papa, também nós devemos penetrar, como Charles de Foucauld, no mistério da Família de Nazaré, na sua vida escondida, rotineira e comum, como a maioria das nossas famílias, que têm uma vida de paciência, respeito,  humildade, fraternidade, unidade.
Por fim, recordou Francisco, “a família é lugar de santidade evangélica, discernimento, gratuidade; é lugar de presença discreta, fraterna e solidária, que ensina a sair de si mesmo para acolher o outro, para perdoar e ser perdoados.
Neste sentido, o Santo Padre expressou seu desejo de o Sínodo possa partir de Nazaré; mais do que falar de família, saiba aprender dela, reconhecendo a sua dignidade, consistência e valor, apesar das suas muitas dificuldades e contradições.
O Papa concluiu sua homilia fazendo votos de que este Sínodo para a Família possa descobrir a grandeza de uma Igreja que é “mãe”, capaz de gerar e zelar pela vida. É preciso, frisou, “saber unir a compaixão à justiça”, para não ser inutilmente severo e profundamente injusto. Enfim, a Igreja é “casa aberta”, sem grandezas exteriores; é acolhedora e suscita esperança e paz; ela foi a primeira a ser regenerada pelo Coração misericordioso do Pai. (MT)
........................................................................................................................
                                                                     Fonte: radiovaticana.va     news.va

Editorial da Rádio Vaticano deste sábado:

Sínodo, expressão da colegialidade episcopal
Cidade do Vaticano (RV) – Tem início neste domingo, 4 de outubro, com encerramento previsto para o próximo dia 25 a XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos sobre o tema “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”. É a continuação da III Assembleia Geral Extraordinária realizada em outubro do ano passado. O Sínodo é a expressão “da colegialidade episcopal e das famílias”.
No Sínodo extraordinário no ano passado – palavras dos padres sinodais - tivemos um clima de liberdade, sinceridade e espírito de comunhão fraterna que caracterizou os trabalhos; assim todos puderam contribuir à reflexão. Por isso, o documento final, a Relatio Synodi, publicada após o encerramento dos trabalhos refletiu fielmente com seus matizes, os resultados dos trabalhos do Sínodo.
Rezemos pelo pleno êxito do Sínodo dos Bispos sobre a Família
O Sínodo do ano passado e o que tem início neste domingo com a Santa Missa no Vaticano, teve um espaço, um prazo, que não tem precedentes na história da instituição do Sínodo. Partindo do caminho já realizado aproveitou-se esta oportunidade especial para aprofundar as temáticas e promover o debate em nível de Conferências Episcopais, encontrando os recursos e as ferramentas necessárias para uma maior participação de todos. E isso ocorreu durante o último ano com a distribuição de um questionário que chegou às Igrejas locais solicitando às mesmas a contribuição de todos, bispos, sacerdotes, religiosos e leigos para uma maior reflexão sobre o tema da família.
Depois tivemos a publicação do Instrumentum Laboris. O documento de trabalho reporta a Relatio Synodi e integra as contribuições provenientes das respostas ao questionário que foi proposto às dioceses. O documento está dividido em três partes: a escuta dos desafios sobre a família, o discernimento da vocação familiar e a missão da família hoje.
No “Instrumentum Laboris” reafirma-se que o matrimônio é um sacramento indissolúvel, não deixando de recordar o acompanhamento que a Igreja deve fazer das situações de sofrimento através de uma atitude de misericórdia. Não são esquecidas também as situações de nulidade matrimonial.
O documento de trabalho deste Sínodo, apresenta uma atenção especial aos divorciados recasados, sendo desejada uma reflexão sobre a oportunidade de fazer cair “as formas de exclusão atualmente praticadas no campo litúrgico-pastoral, educativo e caritativo”, porque estes fiéis “não estão fora da Igreja”.
No caso particular, da comunhão eucarística aos divorciados recasados, o documento apresenta o “comum acordo” que existe sobre a hipótese de um “caminho penitencial” sob a autoridade de um bispo.
Em relação às uniões homossexuais o documento reafirma a posição contrária da Igreja, sendo, no entanto, apresentada a ideia de que cada pessoa, independentemente, da sua tendência sexual, deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida com sensibilidade e delicadeza.
Uma fundamental referência no texto aos filhos. O Instrumentum convida a ser valorizada a importância da adoção afirmando que “a educação de um filho deve basear-se na diferença sexual, assim como a procriação”, pois esta tem o seu fundamento “no amor conjugal entre um homem e uma mulher”.
A Igreja no Brasil também está presente no Sínodo sobre a família. Cinco bispos vão representar o episcopado brasileiro: Dom Sérgio da Rocha, Arcebispo de Brasília (DF) e Presidente da CNBB; Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo (SP); Dom João Carlos Petrini, Bispo de Camaçari (BA); Dom Geraldo Lírio Rocha, Arcebispo de Mariana (MG); e o Cardeal Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo de Aparecida (SP), Presidente Delegado.
De acordo com o Arcebispo de Mariana, Dom Geraldo Lírio Rocha, as contribuições do Brasil junto ao Sínodo se darão em torno  de sua riqueza cultural, do sentido de família presente no povo brasileiro, do apreço à família, bem como das iniciativas da Igreja brasileira com relação ao tema. “Nós levamos para o Sínodo uma reflexão muito ampla e não só, mas uma prática de ação pastoral em defesa da vida e em favor da família, que se consolidou no Brasil em todas as regiões”.
Por ser um evento mundial, o Sínodo tem suas estratégias para organizar as discussões, como por exemplo, as plenárias e os grupos de trabalho. As plenárias são os principais momentos de discussão, nas quais cada país fará suas colocações e apresentará suas respectivas realidades.
Já os grupos de trabalhos serão ocasião para os bispos, divididos por idiomas, elaborarem as proposições que, ao final, do Sínodo serão apresentadas ao Papa Francisco. Os idiomas oficiais do Sínodo são: latim, inglês, italiano, francês, espanhol e o alemão.
O Sínodo não terá um documento final a ser apresentado a toda a Igreja, mas um documento que deverá ser entregue ao Santo Padre para que ele sim, em nome da Igreja, apresente uma exortação apostólica pós-sinodal.
O Sínodo não é uma espécie de parlamento, mas sim um encontro de bispos na qualidade de pastores da Igreja. Não é uma reunião de técnicos, de especialistas ou de peritos em determinada matéria, de alguma ciência. O Sínodo é um acontecimento eclesial, por isso, ele se respalda na palavra de Deus e no Magistério da Igreja, com a intercessão do Espírito Santo. Vamos rezar pelo bom êxito dos trabalhos. (Silvonei José)
........................................................................................................................
                                                                                      Fonte: radiovaticana.va

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Inicia-se nesta quinta-feira a

Semana Nacional da Vida 

"A Semana Nacional da Vida tem a finalidade de nos fazer acordar para este grande dom de Deus que é a vida, muitas vezes ameaçada. Também, queremos celebrar o Dia do Nascituro, a vida que vai nascer e precisa ser defendida por todos nós", explicou o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom João Bosco Barbosa de Sousa, a respeito da Semana Nacional da Vida.
"O Evangelho da Vida: Anunciar, Celebrar e Servir"
O evento acontecerá de 1º a 7 de outubro, e culminará com o Dia do Nascituro, 8. Segundo dom João Bosco, o objetivo é mobilizar a sociedade frente à defesa da vida.
Para ajudar na celebração e vivência desta data, a Comissão para a Vida e a Família da CNBB e Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) oferecem o subsídio "Hora da Vida". O texto apresenta propostas de encontros, celebrações, reflexões e ações para todo o ano. Podem ser adaptados à realidade local, sendo um guia para momentos de maior comunhão das famílias na evangelização e transformação da sociedade em favor da vida. O "Hora da Vida" está disponível com os casais coordenadores paroquiais, (arqui)diocesanos e regionais da Pastoral Familiar e pelo site: www.lojacnpf.org.br.
Celebrações
O "Hora da Vida" propõe como tema de reflexão "O Evangelho da Vida: Anunciar, Celebrar e Servir". Contém sete encontros, com diferentes abordagens sobre a celebração da Vida. O subsídio recorda também os 20 anos da Encíclica Evangelium Vitae, de São João Paulo II.
Hora da Vida
1º Encontro - Cristo, o Verbo da vida                      6º Encontro - A Família, Santuário da Vida
2º Encontro - O povo da vida e pela vida                7º Encontro - Viragem cultural   
3º Encontro - Anunciar o Evangelho da Vida          Terço pela Vida
4º Encontro - Celebrar o Evangelho da vida           Celebração da Vida 
5º Encontro Servir o Evangelho da Vida               Vigília e oração pela Vida                            
........................................................................................................................
                                                                                             Fonte: cnbb.org.br