quinta-feira, 31 de julho de 2014

Mensagem do Papa Francisco

em tuíte nesta quinta-feira:


 Fonte: radiovaticana.va
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terça-feira, 29 de julho de 2014

Missa da Posse de Dom José Luiz Majella Delgado

será transmitida por diversas emissoras, entre elas,
a Rádio Paraisópolis, e pela TV Aparecida

No próximo sábado, 2 de agosto, às 16 horas, na Catedral Metropolitana do Bom Jesus tomará posse o 4º Arcebispo da Arquidiocese Pouso Alegre, Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R., nomeado em maio pelo Papa Francisco.
Diversos meios de comunicação transmitirão as cerimônias: rádios AparecidaParaisópolisDifusora de Pouso AlegreSanta Rita FMWebRádio 13 de maio e três emissoras da Diocese de Jataí (recém dirigida pelo Arcebispo): Difusora de JataíSantelense Sul Goiana. Também a TV Aparecida transmitirá a celebração ao vivo.
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Veja o vídeo de divulgação da TV Aparecida


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sexta-feira, 25 de julho de 2014

VIII Encontro Mundial das Famílias

Escolhidos os dois Patronos

São João Paulo II
Filadélfia (RV) - Um Papa e uma mãe de família foram os dois santos escolhidos como patronos do VIII Encontro Mundial das Famílias, que acontecerá na cidade norte-americana de Filadélfia. O Papa é São João Paulo II, recentemente canonizado e principal impulsionador destes encontros. Padre Slawomir Oder, que foi postulador da Causa de Canonização de São João Paulo II, recorda que “Ele mesmo disse que queria ser lembrado como o ‘Papa da Vida e da Família’. Seu magistério realça o papel da família como o ambiente onde o homem cresce humana e espiritualmente”. 
Santa Gianna Beretta
A Patrona escolhida é Santa Gianna Beretta, uma médica italiana, mãe de família que morreu em 1962 devido a um tumor uterino. Ela decidiu que só faria a cirurgia necessária depois que seu filho em gestação nascesse. A criança nasceu, mas o câncer que contraíra tinha avançado muito e já não havia mais possibilidade de cura. Ela morreu. Morreu para defender a vida do filho. Santa Gianna foi canonizada em 16 de maio de 1994 pelo Papa João Paulo II e tornou-se a padroeira das mães gestantes. 
O VIII Encontro Mundial das Famílias será realizado de 22 a 27 de setembro de 2015 e, embora não esteja confirmado, dá-se como certa a presença do Papa Francisco para seu encerramento. (SP)
     Fonte: radiovaticana.va      Ilustrações: saopio.wordpress.com     evangelhocotidiano.org
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quarta-feira, 23 de julho de 2014

CELAM realiza em agosto

1º Congresso Latino-Americano de Agentes de Pastoral Familiar 

De 4 a 9 de agosto de 2014, acontece o 1º Congresso Latino-Americano de Agentes de Pastoral Familiar (I Colpafa) promovido pelo CELAM, na cidade do Panamá. O tema proposto para o encontro será "Família e desenvolvimento social para a vida completa e comunhão missionária", em comunhão com o próximo Sínodo Extraordinário dos Bispos sobre a Família, convocado pelo Papa Francisco.
Cartaz do Congresso
O Congresso é coordenado pelo Departamento de Família e Vida da Juventude CELAM, que em nota, explicou que "a ideia de organizar busca redescobrir a identidade da pastoral familiar da América Latina, para a vida plena e comunhão missionária. A proposta é que a conferência possa contribuir para formação dos agentes da família, a partir de estudos socioeconômicos e políticos, sociais e famílias valor de prioridade como fonte de desenvolvimento social.
A coordenação nacional da Pastoral Familiar, bispos referenciais e assessores do Brasil participarão do evento. A conferência será realizada em três etapas: 1) para compartilhar a vida e espiritualidade 2) identificar os desafios e horizontes pastorais, e 3) a construção de linhas de ação pastoral.
Outras cinco temáticas nortearão as reflexões durante o evento, são elas: (família e educação, comunicação familiar e da vida familiar, da família e da economia, e familiares e Nova Evangelização).
Fonte: a12.com
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terça-feira, 22 de julho de 2014

Para refletir

Famílias, Deus ama vocês

Irmãos, irmãs, amigos todos:
Família, amo vocês” é o título de um livro do filósofo francês Luc Ferry. Segundo ele, a família seria o último reduto de transcendência entre os humanos. Ou seja, se todos os valores transcendentes desaparecerem, a família vai resistir a tudo, porque é ali que se revela a capacidade do amor maior que só o humano tem.
Dom José Francisco
Pensando nisso, quis dar a esse artigo o título “FAMÍLIAS, DEUS AMA VOCÊS”. Porque é isso que eu sinto e vejo, e é isso que a História humana sempre constatou.
É que, vira-e-mexe, sempre alguém decreta a morte de algo inerente à existência. Assim, já foi decretada a morte de Deus, a morte da existência das igrejas e até da própria convivência humana. Da década de 60 para cá, com o aparecimento dos anticoncepcionais e o advento da revolução sexual, foi decretada a morte da família. Sim, diziam os revolucionários dos costumes, para quê, afinal, a família, se a mulher, já emancipada até do peso da maternidade (e de outros…) podia dispor livremente de seu corpo e de sua sexualidade? E se o homem, libertado da servidão de ter de sozinho alimentar as famílias, poderia, então, dar-se a diversões e repartir esse ônus com a mulher?
Ah, as famílias!
Observem em quanto a família faz parte do repertório da sobrevivência humana. À diferença dos outros animais, a vida de um bebê humano, ao nascer, é tão absolutamente desamparada, precária e dependente de cuidados, que só um cuidador prestimoso seria capaz de mantê-la. Mas tem mais. Também diferentemente dos outros mamíferos, mesmo dos mais próximos a nós, a criatura humana leva tanto tempo para cuidar de si mesma, que só a manutenção de uma família seria capaz de dar conta desse enorme dispêndio no projeto de construção do humano.
Vejam! Sem a construção do núcleo familiar, os humanos teriam desaparecido. Lembrem-se que os dinossauros eram muito maiores e melhor equipados do que nós. Eles desapareceram. Nós ficamos. Em grande parte, nossa permanência se deve à constituição do amor familiar. Ou seja, a família nunca vai desaparecer, porque não pode desaparecer. Ela faz parte do DNA humano de conservação da própria espécie: o mais básico de todos.
Mesmo assim, a História testemunha o quanto a família se modificou e quantas voltas teve de dar em si mesma para subsistir. Por exemplo, na década de 70, o ideal era o amor sem filho. Na década de 80, a “produção independente”. Agora, assistimos a ideia do filho sem amor.
Ah, as famílias!
Pensando nessas reinvenções da estrutura familiar, levando em conta o quanto ela significou e significa na perpetuação da espécie humana, o Papa Francisco convocou uma Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, em outubro próximo, para tratar dos desafios pastorais da família no contexto da evangelização.
Ou seja, além de todos os motivos elencados logo atrás para justificar a manutenção do vínculo familiar, motivos suficientes para interessarem a todos os homens e mulheres, indistintamente de seu credo ou cultura, levanta-se um outro motivo, muito maior, totalmente abrangente, que engloba boa parte da humanidade. E o motivo é este: a família é querida por Deus, desde a aurora dos tempos.
Essa verdade aparece no livro “O Evangelho da Família”, do Cardeal Walter Kasper. O livro afirma e repete que a família é fundada por Deus desde o início da Criação: é a mais antiga instituição da humanidade. Cristo fez seu primeiro sinal do Reino durante as bodas de Caná. Ele apreciou a família e a elevou a Sacramento, integrando o amor entre o homem e a mulher no plano maior do amor de Deus. O livro trata também da situação da família nas atuais condições de crise econômica e das condições de trabalho, onde e quando devemos dar a nossa ajuda, porque a grande maioria dos jovens quer uma família, quer uma relação estável, para a vida inteira. A felicidade dos homens depende também da vida familiar. E é dever da Igreja ajudar a quem se encontre em dificuldade para viver o ideal familiar, humano e cristão.
Eu encorajo, vivamente, vocês, irmãos e irmãs da Igreja de Niterói, a conhecerem o texto preparatório do Sínodo dos Bispos sobre “Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização”. Ele pode ser encontrado no site oficial do Vaticano, acessado através do buscador na internet.
Peço também que rezemos, todos os dias, à Sagrada Família, pela Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos:
Jesus, Maria e José, em vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor e, com confiança, nos voltamos para vós.
Sagrada Família de Nazaré, fazei com que nossas famílias sejam lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas Igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré, que nas famílias nunca haja violência, fechamento ou divisão, que os que foram feridos ou escandalizados sejam consolados e curados.
Sagrada Família de Nazaré, nós vos suplicamos que, por ocasião do próximo Sínodo dos Bispos, se reacenda em todos a consciência do caráter sagrado e inviolável da família, e da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José, ouvi e atendei a nossa súplica.
                            Dom José Francisco Rezende Dias - Arcebispo de Niterói (RJ)
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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Dom José Luiz Majella Delgado

 fala sobre a expectativa para a nova missão


O Papa Francisco nomeou, no final do mês de maio, Dom José Luiz Majella Delgado, como arcebispo de Pouso Alegre (MG), transferindo-o da diocese de Jataí (GO).
Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro - 2013
Dom José Luiz Majella Delgado é natural de Juiz de Fora (MG), nascido em 19 de outubro de 1959. Membro da Congregação do Santíssimo Redentor, Dom José Luiz recebeu no dia 29 de junho, em Missa presidida pelo Papa Francisco na Basílica de São Pedro no Vaticano, a imposição do “Palio”.
Em entrevista ao portal A12.com, o novo arcebispo de Pouso Alegre que toma posse no próximo dia 02 de agosto, falou sobre as expectativas, desafios e projetos para a nova missão.
A12 - Qual o seu lema episcopal e como pretende honrá-lo na Arquidiocese de Pouso Alegre?
Dom Majella - “Per caritatem servire”, “servir por amor” (cf. Gl 5,13). Desejo concentrar o ministério episcopal no serviço por amor, isto é, não entregar tudo passivamente às mãos da Providência, mas empenhar-me arduamente, sobretudo no trabalho apostólico. O “amor serviço aos outros” é o projeto de Deus revelado em Jesus Cristo, que no lava-pés (cf. Jo 13,1-12) se traduz em ação concreta. Porém, o “lava-pés” de Jesus se prolonga até a cruz, e nela tem seu ponto culminante. É a expressão máxima do amor: “dar a vida”. É na pequenez “dos servos amigos de Jesus” que desejo tecer relações de encontro e confronto com os sacerdotes e todo o povo na construção de uma sociedade sempre mais próxima do Reino do Deus.
A12 - Qual a expectativa do senhor para a Arquidiocese de Pouso Alegre?
Dom Majella - É uma nova experiência, o que gera inquietações e ansiedades. Tenho consciência das minhas fragilidades, por isso busco o refúgio no Senhor que nos diz: “Eu conheço aqueles que escolhi” (Jo 13,18). É Nele que busco forças, pois a oração é o meu alimento, em especial a Eucaristia. Desejo caminhar junto com todos os que já trabalham na Arquidiocese, clero, religiosos (as), agentes das Pastorais e Movimentos eclesiais, seminaristas, sempre em comunhão com a Igreja, com o Santo Padre, com os Bispos do Regional Leste II da CNBB, e com as equipes de trabalho, ministérios, associações religiosas e com todo o povo e autoridades dos 45 municípios que compõem a Arquidiocese de Pouso Alegre. Quero com muito respeito caminhar com as Dioceses sufragâneas, Campanha e Guaxupé, assumindo as suas histórias. Como Igrejas missionárias precisamos sempre avançar para as águas mais profundas – sem medos – em busca de tantos destinatários do Evangelho. Quero que o meu ministério, nesta região do Sul de Minas chegue às “periferias existenciais e pastorais”, sendo um “serviço à Esperança” neste mundo de tantos desencantos. Peço a oração de todos para que, através do meu pastoreio, seja feita a vontade de Deus nessa Arquidiocese.
A12 - Como a espiritualidade redentorista influenciará no seu episcopado em Pouso Alegre?
Celebração em comunidade de assentamento
Diocese de Jataí (GO)
Dom Majella - A espiritualidade redentorista é continuar o exemplo de Jesus Cristo Salvador. É ser presença. Por isso que é essencialmente missionária. Desejo seguir o exemplo do Senhor atendendo de modo especial os pobres, os humildes e os sofredores. Almejo continuar empenhando para expressar em minha vida o zelo apostólico de Santo Afonso de Ligório, o fundador da Congregação do Santíssimo Redentor. Tenho consciência de que sou chamado a continuar a presença de Cristo e sua missão de Redenção no mundo, por isso escolhi a pessoa de Cristo como centro de minha vida. É meu desejo ser transparência do Redentor. Assim quero pautar a minha vida de bispo na Arquidiocese de Pouso Alegre. O Papa Francisco, no discurso aos bispos do CELAM, no Rio de Janeiro por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, disse o que deve ser (e não ser) o Bispo: “Ele deve guiar, que não é o mesmo que dominar”. Continuando o pensamento do Papa: “os bispos devem ser Pastores, próximos das pessoas, pais e irmãos, com grande mansidão: pacientes e misericordiosos.” Assim, quero estar atento aos sinais dos tempos, sendo na Arquidiocese um companheiro e ministro de Jesus Cristo na obra da Redenção.
A12 - Como fazer com que as paróquias sejam mais missionárias, como pediu o papa Francisco?
Dom Majella - Acredito que para a paróquia ser mais missionária é preciso que todos, os párocos, os conselhos, os movimentos estejam motivados e conscientes, em sintonia e comunhão. Como afirma o Papa Francisco na exortação apostólica Evangelii Gaudium, “a Paróquia precisa fazer a sua “conversão pastoral e missionária”, para expressar melhor a sua vida e missão nos tempos atuais”. Que os padres tenham claro o que pede a Igreja e que, em sintonia com o presbitério, queiram realmente dar passos decididos. E, é claro, que os leigos, que são a maioria do povo de Deus, também devam ser motivados e formados, comprometidos e unidos. A Igreja missionária deve ser próxima das pessoas, acolhendo a todos com bondade, misericórdia, perdão, acompanhamento, sem exclusão de ninguém.
A12 - A diferença entre o perfil das cidades (Diocese de Jataí/Arquidiocese de Pouso Alegre) muda a receptividade à evangelização?
Dom Majella recebendo o Pálio 
das mãos do Papa Francisco - 29 de junho de 2014
Dom Majella - Ainda não conheço a realidade sócio-econômica-eclesial de Pouso Alegre. É fato de que precisamos encontrar caminhos de evangelização que atendam as diversas realidades diocesanas. Certamente encontrarei dificuldades. Mas, almejo olhar as paróquias para conhecer as diferentes realidades, ver quais as atividades, práticas pastorais, iniciativas que favoreçam um encontro pessoal e profundo com Jesus Cristo. Como na região do Sudoeste goiano foi necessário encontrar formas de colocar em prática a ação evangelizadora envolvendo o maior número possível de fieis na nova consciência de Igreja, uma Igreja servidora, aberta, acolhedora, animada e dedicada ao crescimento do Reino de Deus, acredito que também no Sul de Minas não será muito diferente. E, com o bom povo mineiro iremos traçar as propostas e caminhos de ação para que todas as comunidades caminhem juntas.
A12 - O senhor tem algum projeto em vista para a Arquidiocese?
Dom Majella - Continuar caminhando com as resoluções das últimas Assembleias arquidiocesanas, agindo com determinação e entusiasmo. Aqui está a motivação para buscar os meios bem práticos de reforço da estrutura paroquial, de unidade das igrejas em comunidades sólidas, com intensa participação e articulação dos movimentos e pastorais. É isto que nos possibilita ter cristãos mais ativos, preparados, comprometidos e conscientes.
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terça-feira, 8 de julho de 2014


Alegria do Evangelho, sete tentações pastorais

O Papa Francisco na Exortação Apostólica sobre a alegria do Evangelho, aponta sete tentações dos agentes pastorais, portanto, das lideranças incluindo os bispos, presbíteros, diáconos, religiosos e leigos.
1. Falta de espiritualidade. Esta tentação se caracteriza pela oração fraca, pouca vida interior, superficialidade espiritual. As consequências são graves: viver como se Deus não existisse, centralização autoritária, crise de identidade, desprezo dos pobres, superficialidade pastoral, falta de alegria, acomodação e facilidade no lugar da fidelidade.
2. Acédia egoísta. Acédia é preguiça. As manifestações da preguiça pastoral são: exagero de tempo livre, falta de motivação, fadiga e cansaço, desilusão e reclamação. Não há criatividade nem ousadia pastoral, pelo contrário, mesmice, desilusão e tristeza melosa que é o mais precioso “elixir do demônio”. Estes agentes de pastoral têm uma “psicologia de túmulo”, parecem “múmias de museu”. Vivem reclamando do excesso de trabalho e se afastam do povo.
3. Pessimismo estéril. Estes pastoralistas “profetas da desgraça” têm “cara de vinagre” porque se lamentam e vivem uma sensação contínua de derrota. São vítimas da ansiedade e da lamúria e assim enterram talentos.
4. Isolamento em relação à comunidade. Esta tentação se configura na distância e isolamento do povo, da comunidade com atitudes defensivas e tendência de esconder-se, livrar-se dos outros. Ainda mais, a tentação de mudar de lugar. Esta é a primeira fuga que ataca os agentes de pastoral. Buscam a privacidade confortável, o fechamento em si que é um “veneno amargo”, afastando-se assim do povo e da comunidade.
5. O mundanismo espiritual. Esta tentação é perversa. O agente pastoral usa Deus, a Igreja, os cargos, para autopromoção, exibição, interesses pessoais, desejo de glória. Sente-se superior aos outros, apega-se às seguranças doutrinais e disciplinares, controla os demais, forma um “grupo de elite” que analisa, classifica e controla os outros. Uns manifestam mundanidade espiritual nas liturgias ritualistas e exibicionistas, outros na complacência de conquistas sociais, caritativas, políticas. Em ambos há sentimentos de vaidade e superioridade. Fazem leis para os outros, olham de cima para baixo e prescrevem o que os outros devem fazer, mas, eles não se envolvem na prática e ação pastoral.
6. As guerras entre nós. Entre os agentes de pastoral há: brigas, ciúmes, invejas, espírito de contenda e divisões por causa da espiritualidade, da mentalidade, da visão pastoral. Dói muito, diz o Papa Francisco, perceber que até nas comunidades de vida consagrada, há carreirismo, calúnia, difamação, vingança, perseguição, imposição das próprias ideias.
7. Omissão diante dos desafios eclesiais. Os desafios eclesiais apontados pelo Papa são: os leigos na Igreja e no mundo, a questão da mulher, o protagonismo dos jovens, a escassez de vocações, o enfraquecimento da vida consagrada e a exclusão e descuido com os idosos. Senhor livrai-nos do mal e não nos deixeis cair em tentação.
                             Dom Orlando Brandes - Arcebispo de Metropolitano de Londrina
                                    Fonte: arqlondrina.com.br    Ilustração: franciscanos-rs.org.br
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