terça-feira, 28 de julho de 2015

Papa aos jovens:

Não tenham medo do casamento

Cidade do Vaticano (RV) – Neste período de “férias” em que os compromissos públicos do Papa se reduzem, ficamos em jejum das palavras do Pontífice. Contudo, por meio das redes sociais, Francisco se faz sentir mesmo que seja somente com 140 caracteres, como ocorre no Twitter.
Na manhã desta terça-feira, o Papa escreveu: “Queridos jovens, não tenham medo do matrimônio: Cristo acompanha com a sua graça os esposos que permanecem unidos a Ele".
“Setor dos casais”
Durante as audiências gerais das quartas-feiras, na Praça São Pedro, um dos locais mais concorridos é o “setor dos casais”. Em fase de preparação para o matrimônio ou casados já há algum tempo, não importa: a cena se repete. Noivas com seus longos vestidos brancos desfilam pelas imediações do Vaticano chamando a atenção de quem passa.
"Cristo acompanha com sua a graça
os esposos que permanecem unidos a Ele"
Na audiência geral de 29 de abril deste ano, o tema da catequese do Papa foi justamente o matrimônio – e as dificuldades que isto implica nos dias de hoje.
“É uma realidade que as pessoas se casam cada vez menos; é real: os jovens não querem casar”, refletiu o Papa.
“Por outro lado  prosseguiu em muitos países aumenta o número de separações, e diminui o número de filhos. A dificuldade de permanecer unidos  quer como casal, quer como família  leva a interromper os vínculos com frequência e rapidez cada vez maiores, e são precisamente os filhos os primeiros a sofrer as consequências”.
Cultura do provisório
Se alguém experimenta desde a infância que o matrimônio é um vínculo “temporário”, inconscientemente para esta pessoa será assim, reforçou Francisco.
“Com efeito, muitos jovens são impelidos a renunciar ao próprio programa de um vínculo irrevogável e de uma família duradoura. Acho que devemos meditar com grande seriedade sobre o motivo pelo qual tantos jovens ‘não estão dispostos’ a casar. Existe uma cultura do provisório... tudo é provisório, parece que não existe algo definitivo”.  (RB)
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domingo, 28 de junho de 2015

Pastoral Familiar realiza

Encontro de Formação em Pouso Alegre



A Pastoral Familiar da Arquidiocese realizou neste domingo (28), na Escola Profissional Delfim Moreira um Encontro de Formação para coordenadores(as) e agentes da Pastoral Familiar e de outras pastorais de nossas paróquias.
Estudo do Documento 107 da CNBB
Participaram mais de trinta casais, que foram acolhidos pelo casal coordenador, Luiz Carlos e Rita Camporezzi, e pelo assessor arquidiocesano, Pe. Lucimar Pereira Goulart, que presidiu a Celebração Eucarística.
Seguiu-se o café e, logo após foi feita a exposição do Estudo107 da CNBB, “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade” pelo agente da Diocese de Divinópolis, Carlos Roberto de Sousa.
Após o almoço, os participantes fizeram estudos em grupos. As conclusões, levadas a plenário, foram analisadas e refletidas pelo agente Carlos Roberto. Dados alguns avisos e orientações pelo casal do coordenador, Pe. Lucimar agradeceu a participação e deu a bênção final aos encontristas.
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Momentos































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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Papa Francisco: 
"Proteger os filhos dos ressentimentos do casal"

Cidade do Vaticano (RV) – Nesta quarta-feira de céu nublado na capital italiana, o Papa concedeu a sua última audiência antes da pausa de verão, prevista para o mês de julho. A Praça São Pedro recebeu o Pontífice com o carinho habitual, aplaudindo a passagem do papamóvel. Dezenas de milhares de fiéis, turistas e romanos presenciaram o encontro.
Nas últimas catequeses, prosseguindo no tema das Famílias, o Papa analisou algumas fragilidades da condição humana, como a pobreza, a doença e a morte. Desta vez, Francisco quis refletir sobre as feridas que surgem no âmbito da convivência, “quando a família machuca a si mesma”... “a pior coisa!”, disse o Papa. “Palavras, ações e omissões que, em vez de exprimir amor, corroem-no e mortificam-no”.    
Feridas
“E quando as feridas são subestimadas, acabam degenerando, se transformam em prepotência, hostilidade e desprezo. O esvaziamento do amor conjugal gera ressentimentos e a desagregação do casal recai sobre os filhos”, advertiu.
“Quando os adultos perdem cabeça, quando cada um pensa apenas em si mesmo, quando o pai e a mãe se agridem, a alma dos filhos sofre imensamente, sentem-se desesperados. E nós? Não obstante a nossa sensibilidade, tão evoluída, parece que ficamos anestesiados diante das feridas profundas nas almas das crianças”. 
Reflexo nos filhos
Aproximemo-nos de todos com ternura e misericórdia
Francisco continuou dizendo que “na família, tudo está interligado. Quando um homem e uma mulher, que se comprometeram a ser ‘uma só carne’ e formar uma família, pensam obsessivamente nas próprias exigências de liberdade e gratificação, esta distorção fere profundamente o coração e a vida dos filhos. 
“Temos que entender bem isso: o marido e a mulher são uma só carne; mas as suas criaturas são carne da sua carne. Quando se pensa na dura advertência que Jesus fez aos adultos para não escandalizarem os pequeninos, pode-se compreender melhor a sua palavra sobre a grave responsabilidade de salvaguardar o vínculo conjugal que dá início à família humana. Quando o homem e a mulher se tornam uma só carne, todas as feridas e todo o abandono do pai e da mãe incidem na carne viva dos filhos”. 
Indiferença
O Papa fez uma ressalva: “Há casos em que a separação é inevitável; às vezes pode se tornar até moralmente necessária, quando se fala de salvar o cônjuge mais frágil, ou filhos pequenos, de feridas causadas pela prepotência e a violência, das humilhações e da exploração, da indiferença. Terminando a catequese, o Pontífice destacou a questão do acompanhamento pastoral, por ele muito sublinhada no âmbito dos debates do Sínodo Extraordinário sobre a Família e ressaltada também como central no próximo encontro sinodal, em outubro:
“Ao nosso redor, há muitas famílias que se encontram na situação chamada ‘irregular’ (palavra de que não gosto). Nós nos perguntamos: Como ajudá-las? Como acompanhá-las para que as crianças não sejam ‘reféns’ do pai ou da mãe? Peçamos ao Senhor uma fé grande para vermos a realidade com o olhar de Deus; e uma caridade grande, para nos aproximarmos destas pessoas com coração misericordioso”. (CM)
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                                                                            Fonte: radiovaticana.va       news.va
Sínodo sobre a família: 
Apresentadas as diretrizes para a sessão ordinária

Cidade do Vaticano (RV) – O Instrumento de trabalho do Sínodo ordinário sobre a família foi apresentado na manhã desta terça-feira (23/06) na Sala de Imprensa da Santa Sé. O documento inclui a Relatio Synodi – texto conclusivo do precedente Sínodo realizado em outubro de 2014 –, integrado com a síntese das respostas ao questionário proposto no decorrer do ano a todas as Igrejas no mundo.
O Instrumento está divido em três partes: a escuta dos desafios sobre a família, o discernimento da vocação familiar e a missão da família hoje.
Não à remoção da diferença sexual
Quanto a este ponto, evidenciam-se as “contradições culturais” da nossa época, em que se diz que “a identidade pessoal e a intimidade afetiva devem afirmar-se numa dimensão radicalmente desvinculada da diversidade biológica entre homem e mulher” ou que se pretende reconhecer o matrimônio a casais compostos independentemente da diversidade sexual. Daqui o chamado a um “melhor aprofundamento humano e cultural, não somente biológico, da diferença entre os sexos” porque a sua remoção “é o problema, não a solução”.
Família, pilar fundamental da sociedade
O Instrumentum chama em causa também as “contradições sociais” que levam à dissolução da família: guerras, migrações, pobreza, exploração, cultura do descartável e conjuntura econômica “desfavorável e ambígua”, enquanto as instituições falham, incapazes de amparar os núcleos familiares. Estes, ao invés, “pilar fundamental e irrenunciável do convívio social”, necessitam de “políticas adequadas”.
Dignidade para idosos e deficientes. Pastoral específica para famílias migrantes
O documento ressalta a importância da família como instrumento de inclusão, sobretudo de categorias frágeis, como os viúvos, os idosos e os deficientes. Cita-se ainda a importância de uma pastoral específica para as famílias migrantes, sobretudo em contextos onde não existe um acolhimento autêntico, para não alimentar fenômenos de fundamentalismo. E o drama cresce quando a migração é ilegal, promovida por “circuitos internacionais de tráfico de seres humanos”. O Instrumentum destaca também o papel das mulheres, recordando suas chagas – exploração, violência, aborto, útero de aluguel – e auspiciando uma valorização de sua figura na Igreja.
Sacramento indissolúvel do matrimônio
A segunda parte reafirma a indissolubilidade do matrimônio sacramental, mas recorda, ao mesmo tempo, que a Igreja deve “acompanhar” os momentos de sofrimento conjugal, numa ótica de misericórdia que não compromete a verdade da fé. “Todos têm necessidade de dar e receber misericórdia”, lê-se na terceira parte, e “alguns pedem que também a Igreja demonstre uma atitude análoga em relação àqueles que romperam a união”.  O documento retoma, portanto, um ponto-chave da Relatio Synodi, isto é, o dos casos de nulidade matrimonial: quanto à gratuidade dos processos, registra-se um amplo consenso.
Reavaliar as formas de exclusão litúrgico-pastorais dos divorciados recasados
Francisco pediu que todos os presentes
no Sínodo falassem sem temor sobre as questões em debate
Sobre os divorciados recasados, auspicia-se uma reflexão sobre a oportunidade de eliminar “as formas de exclusão atualmente praticadas no campo litúrgico-pastoral, educativo e caritativo”, porque estes fiéis “não estão fora da Igreja”. Os caminhos de integração pastoral devem ser precedidos por um “oportuno discernimento” e realizados “segundo uma lei gradual que respeite o amadurecimento das consciências”. Quanto à Eucaristia para os divorciados recasados, o  Instrumentum evidencia “o acordo comum” sobre a hipótese de uma “via penitencial” sob a autoridade de um bispo. Por fim, embora se mantenha a contrariedade da Igreja quanto às uniões homossexuais, se reitera que “toda pessoa, independentemente da própria tendência sexual, deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida, com sensibilidade e delicadeza, na Igreja e na sociedade”. As Igrejas locais, portanto, são encorajadas a realizar projetos pastorais específicos para as pessoas homossexuais e suas famílias.
O documento termina recordando o Jubileu extraordinário da Misericórdia, que terá início em 8 de dezembro próximo, à luz do qual se insere o Sínodo. A Assembleia episcopal está programada de 4 a 25 de outubro, sobre o tema “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”. (BF)
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                                                                            Fonte: radiovaticana.va       news.va

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Pastoral Familiar promoverá

 Encontro arquidiocesano de formação 

A Pastoral Familiar da Arquidiocese de Pouso Alegre realiza no dia 28 de junho, um encontro de formação com os casais responsáveis e membros dos grupos paroquiais. O tema para reflexão será o Estudo 107 da CNBB: “Cristãos leigos e leigas na sociedade”.
A condução ficará sob a responsabilidade de Carlos Roberto de Souza, da diocese de Divinópolis. O núcleo arquidiocesano pede a presença de pelo menos dois casais de cada Paróquia.
O encontro será na Escola Profissional Delfim Moreira, em Pouso Alegre (Rua Monsenhor Paulino – 371 – ao lado do Colégio São José), entre 08h e 16h.  O investimento é de R$ 40,00 por casal.
As inscrições devem ser realizadas até esta quinta-feira, 18, na Secretaria de Pastoral, com Lucimara, pelos telefones: 35.3421-1248 ou 9807-4610 (vivo). Ou também pelo email: secretariadepastoral@yahoo.com.br
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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Francisco:
A doença na família é escola de vida


Cidade do Vaticano (RV) – Cerca de 20 mil pessoas participaram da Audiência Geral desta quarta-feira (10/06). O Papa fez seu ingresso na Praça São Pedro de papamóvel, para saudar de perto os milhares de fiéis e peregrinos, entusiasmando a multidão.

Prosseguindo seu ciclo de catequeses sobre a família, Francisco falou de um aspecto comum a todas elas: a doença. “É uma experiência da nossa fragilidade, que vivemos principalmente em família, desde crianças e depois sobretudo quando idosos”, disse o Papa.
Lição de vida
Admiração, carinho e alegria
No âmbito familiar, o amor que sentimos pela pessoa doente nos faz viver esses momentos com ainda mais sofrimento e angústia. Muitas vezes, é mais fácil para os pais suportar a própria doença que a dos filhos. “Podemos dizer que, desde sempre, o hospital mais próximo foi a família; ainda hoje, em muitas partes do mundo, o hospital é um privilégio para poucos. São a mãe, o pai, os irmãos, as irmãs que garantem os cuidados e ajudam a curar.” As mães em especial, lutam pelos filhos, ressaltou Francisco.
O Papa citou alguns trechos do Evangelho que narram o encontro de Jesus com doentes. E recordou que Cristo nunca se recusou a curar e deu aos discípulos a ordem e o poder de fazerem o mesmo. Esta é também a tarefa da Igreja: ajudar e aliviar os doentes na prática, mas também com as orações. “Jamais deve faltar a oração pelos doentes. Ou melhor, devemos rezar mais, seja pessoalmente, seja em comunidade”, exortou.
Educar para a solidariedade
Diante da doença, acrescentou o Pontífice, podem surgir problemas no seio familiar devido à fraqueza humana. Mas, de modo geral, o período da doença faz aumentar a força dos elos familiares. “Penso quanto seja importante educar os filhos desde pequenos à solidariedade no período da doença. Uma educação que poupa os filhos do contato com a enfermidade empobrece o coração. E faz de modo que as crianças fiquem anestesiadas diante do sofrimento dos outros, incapazes de confrontar-se com o sofrimento e de viver a experiência do limite.
O Papa definiu como "heroísmo escondido" o esforço de tantos pais que se revezam à noite para cuidar do filho ou do idoso enfermo e, no dia seguinte, com poucas horas de sono, têm que ir ao trabalho. Por isso, prosseguiu, a fraqueza dos nossos familiares pode ser uma escola de vida se for acompanhada da oração e da presença afetuosa dos seus membros. E a comunidade cristã sabe muito bem que a família não deve ser abandonada na provação da doença.
Sabedoria
Para Francisco, esta proximidade cristã, de família a família, é um verdadeiro tesouro para uma paróquia; “um tesouro de sabedoria que ajuda as famílias nos momentos mais difíceis a compreender melhor o Reino de Deus do que muitos discursos!”.
Após a catequese, o Papa saudou os inúmeros grupos presentes na Praça. Do Brasil, cumprimentou de modo especial os membros da Fazenda da Esperança e grupos paroquiais oriundos de Limeira (SP), Maringá e Curitiba (PR), e Cruzeiro Velho (DF). (BF)
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                                                                             Fonte: radiovaticana.va      news.va

Pastoral Familiar Arquidiocesana realiza

Encontro de Formação em Estiva


Aguardem matéria e fotos
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